Alunos superam obstáculos
 em poucas aulas do Supera

Estima-se que os resultados do Método Supera costumam aparecer depois de seis meses. Porém, dois alunos da “escola do cérebro” já começam a superar obstáculos em apenas dois meses de aula. São eles: Gustavo Lopes Vieira, de 11 anos, e o Felipe Aguiar Oliveira, de 14, que sofre de epilepsia refratária.

 

Gustavo tinha muitas dificuldades ao ler e escrever. Segundo os pais, Ana Paula Vieira e Erick Lopes Vieira, muitas vezes o garoto trocava palavras ao escrever e ler, como forma de “substituir” a palavra que não entendia. 
“Ele não conseguia explicar o que tinha acabado de ler, não tinha compreensão de texto. Parecia também não ter concentração no que fazia, logo que começasse a fazer algo se distrai. Graças a Deus isso já está mudando com as aulas aqui no Supera e a professora da escola dela já começou a perceber isso”, dizem os pais.
Além da aula semanal, Gustavo também participa de uma aula extra de reforço focado nas aulas de português. “Gosto muito das aulas, tem muitos jogos e amigos”, diz o menino.

 

Já Felipe, que sofre com convulsões desde a infância, o Supera veio para ajudá-lo a fazer contas e no quesito autoestima. “O ábaco, aquele instrumento de fazer contas, ajudou bastante na matemática. Ele lê muito bem, sempre teve facilidade nisso, mas nunca conseguiu aprender matemática. E em dois meses de aula já teve avanços nessa área, é incrível já que na teoria os resultados vêm depois de seis meses”, conta a mãe Thanee Gomes Oliveira.
Quanto à autoestima, o Supera ajuda Felipe a se tornar mais confiante, pois consegue realizar todas as atividades propostas. “As aulas são muito legais, nunca tinha estudado assim”, diz Felipe.

Para a diretora do Método Supera, Rosana Azevedo, muito mais que orgulho, o sentimento da equipe é de alegria. “Não tem preço. Perceber uma criança se desenvolvendo aqui com a gente, se tornando mais capaz e confiante, isso não tem preço. Isso muda a vida dos alunos e da família, que confiou em nosso trabalho. É muito gratificante”, reflete a diretora.

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