DAYAN MORI

Barro, velocidade e muitas
amizades no motocross

Para Dayan Mori, empresário da indústria de panificação Farinilla, a aventura vem desde a terna infância. Em 1981, quando tinha uma Caloi Cross, o jovem sonhava em sentir a alegria de disputar uma corrida ao ver pilotos subindo e descendo em montes de terra. “Eu ia na pista de motocross recém construída na Vila Barth, onde aconteciam etapas com os melhores pilotos do país. Lá, com minha bicicleta, ficava sonhando um dia fazer como aqueles pilotos”, lembra.

 

E conseguiu realizar o sonho! Dayan já foi campeão paulista de motocross em três diferentes categorias. Mas antes das disputas, o empresário começou pelas amizades. “Em 2000 comecei a me interessar e fui procurar uma moto pra iniciar. Tinha um pessoal que treinava em uma pista ali no vale São Fernando, logo fiquei amigo do pessoal que lá treinava, o Toninho, Kiko, Leandro, Ricardo, Wagner e mais alguns que 'inventaram' de eu começar a ir nas corridas”, recorda.
As amizades incentivavam Dayan a mergulhar cada vez mais no 'universo do motocross' e, em pouco tempo, era impossível viver sem o esporte. “Fiquei apaixonado, quase todo fim de semana ia para as competições. Nessa época tinha aqui em Itapetininga um piloto profissional que já era campeão Brasileiro de Motocross, o Fabinho Correia, que me ajudou muito, pois tinha muita bagagem e técnica do esporte”.

 

A primeira vitória aconteceu em 2007 na abertura do Campeonato Paulista em Capão Bonito. Logo depois vieram os títulos. “Em 2008 consegui meu primeiro título de campeão paulista na categoria MX1. Em 2009 consegui ser campeão paulista na categoria MX3, com outro tipo de moto, já em 2011 campeão paulista na categoria intermediária”.

 

Dayan já 'pendurou o capacete', porém o motocross ainda está vivo nele. “Sempre que posso treino com o pessoal por diversão. Desde aquela época estou com essa turma de amigos. Hoje alguns deles se destacam nos campeonatos, como meu amigo Pedro que hoje é o melhor piloto aqui da cidade”, afirma.
Apesar da velocidade e do som alto que vem dos motores, o motocross é um esporte para a família, garante o empresário. Tanto é que nosso campeão já está levando o filho Dayan Júnior para as pistas. “Há um ambiente familiar, muitos esportistas são acompanhados por seus familiares. Estou até passando a vez para meu filho, que também ama esse esporte – que faz amigos eternos”, completa.

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