LER: A doença do século

A Lesão por Esforço Repetitivo (LER) é uma lesão que atinge as partes moles dos músculos e é causada por atividade contínua e repetitiva. Este tipo de lesão inflamatória vai se instalando de forma lenta no organismo e muitas vezes só é percebida em estado avançado, quando há dor intensa, dormência e impotência.

 

Há muitos anos é reconhecido que o trabalho leve e/ou profissões sedentárias podem gerar lesões do tipo ósteomuscular. Mas os primeiros relatos sobre possíveis detrimentos musculares no homem são encontrados há muito tempo, no século XVI, quando os escribas e notários que trabalhavam para os príncipes sofriam dores devido às exigências de trabalho para retirar manchas dos livros.

 

Mais tarde, no século XVII, artesãos escriturários sofriam de angústia devido o desempenho de atividades com movimentos repetitivos. Os sintomas descritos pelos antigos operários eram semelhantes aos expostos pelos trabalhadores da fase moderna, no entanto, a forma de adoecimento atual mostra-se diferente devido às diferenças sociais. 

 

Pode-se considerar que o avanço tecnológico e a informatização nas organizações contribuíram para o aumento de casos de LER no Brasil e no mundo. O motivo é que a modernização determinou a amplificação das atividades manuais, exigindo maiores movimentos recursivos principalmente na musculatura esquelética superior das mãos, ombros e braços.

 

O Japão foi o país pioneiro em identificar a síndrome da LER, ao fim da década de 1950. Já no Brasil os primeiros sintomas foram sentidos por agentes bancários que atuavam como digitadores na década de 1980. Com o decorrer do tempo a LER chegou à periferia do sistema financeiro, seguindo para os setores industriais, metalúrgicos, químicos, eletrônicos e supermercados, tornando-se na década de 90 a doença de trabalho com mais notificações pelo Instituto Nacional de Serviço

Social (INSS).

 

A pergunta que fica é: como as organizações modernas podem contribuir para prevenir contra a síndrome da LER em seu ambiente de trabalho, tendo em vista que o movimento contínuo e repetitivo no desempenho das atividades pode trazer complicações a saúde do trabalhador? 

 

A melhor prevenção nesse caso é buscar ajuda com especialistas na área, como é o caso da Conest Segurança do Trabalho. Somente um olhar treinado é capaz de identificar quais movimentos, por menores que sejam, são capazes de gerar o temido LER, a doença do século. E assim, com o diagnóstico feito, prevenir a doença.

   

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