Camila Lacerda

Mulher com espírito esportivo

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Essa itapetiningana leva o nome da cidade ao topo do esporte! Estudou no Chapeuzinho Vermelho e no Colégio Objetivo. Depois, faculdade na UNESP de Rio Claro. Reconhece a importância dos professores que mais a influenciaram nas práticas esportivas: Andréia Steidle (a tia Andréia) e o Márcio Costa (tio Marcinho).
“Sempre fui amante dos esportes! Comecei aos 4 anos na natação influenciada por minha irmã Bruna. Depois da natação tive passagens em times de Handebol, Voleibol e Futsal”.
“Conheci o Rugby e foi amor à primeira vista! É um esporte carregado de valores como respeito, integridade, disciplina e companheirismo que são levados para além das 4 linhas de campo, fazendo parte de nosso estilo de vida. Após 3 anos de prática, entrei para a Federação Paulista de Rugby onde permaneço até hoje como diretora esportiva. O envolvimento passou a ser tão grande que me levou a mudar para São Paulo, cursar Educação Física e entrar para o tradicional Clube Bandeirantes, que detém diversos títulos brasileiros na modalidade”, conta Camila.

 

Transformou-se em treinadora, fazendo cursos na área e passando a treinar times como dos cursos da USP (Medicina e Direito), seleções estaduais juvenis, além de auxiliar técnica em outros clubes do estado.
“Como todo o esporte de alto rendimento, estamos mais propícios a lesões. O Rugby, por sua vez, tem como forte característica, o contato físico. O número de pessoas lesionadas é alto em comparação a outras modalidades. Comigo não foi muito diferente: já tive 5 fraturas, 2 luxações e alguns ligamentos rompidos. Mas foi em 2016 que enfrentei uma das maiores dificuldades: uma fratura completa do fêmur esquerdo, durante uma partida oficial. Fui encaminhada diretamente ao hospital e em menos de 24 horas fiz minha cirurgia; hoje tenho uma haste intramedular de titânio de 38 cm e alguns parafusos...
Houve quem apostasse que Camila não conseguiria voltar a jogar. Ledo engano.
“Trabalhei intensamente meu corpo e a mente e desistir nunca foi uma opção. 8 meses depois já estava em campo de novo ao lado de minhas companheiras”. 
Em 2017 tive uma passagem no projeto “Top 100 da Brasil Rugby”, que seleciona os 100 melhores atletas do Brasil.

 

É Top ou não é Top?!
 

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