O mistério da vida e, quiçá, da morte



De muitas matérias escritas, não publicadas e guardadas, quando procuro entre elas, alguma que seja razoável, coloco em evidência para a revista.

Através deste título no esplendor da vida e no assombro da morte, a vida humana nos pertence.

Do transcorrer deste velho título, venho e volto à realidade da vida humana em nosso planeta. Quando mineiros foram soterrados em uma mina no Chile, no deserto do Atacama, e as esperanças da dor foram transformadas em esperança de liberdade, de alegria e, naturalmente, pelos esforços e técnicas fundamentais em escavar outro túnel para fazer o resgate dos 33 mineiros. Seres humanos que viviam no seu trabalho, sabendo que, a vida a 700 metros de profundidade, não lhes dava garantia de segurança.

Enfim, foram resgatados, cujas histórias deverão seguir direções pelas folhas brancas do jornalismo de toda a imprensa do planeta.

Embora não queira fazer uma observação em paralelo, a vida humana no planeta, sinto-me na obrigação de escrever lembrando que os mistérios da vida nesta quase tragédia tenha um significado especial e espiritual, quando foram 33 trabalhadores, mineiros e que Jesus Cristo morreu aos 33 anos e a vida tem muito a ver com o poder de Deus.


E que esta salvação daqueles homens trabalhadores, sirva de exemplo para o resto dos medíocres humanos, que só pensam em destruir a vida de famílias, de matar por ódio, por vingança, porque, na verdade, jamais serão perdoados, mas haverá um dia antes que esse planeta Terra estremeça em seus polos, quando na realidade os humanos aprenderão que são todos iguais, do mesmo sangue e a única diferença dos seres humanos é a maldita mente que nos persegue, muitas vezes pela nossa própria dormência sepultada, pelo nosso próprio egoísmo do poder e pensamento.


por Roque Rolim Guilherme





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