Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa.

Percebemos nos últimos anos um aumento significativo em relação à saúde do corpo, a indústria fitness nunca esteve tão em alta. Eu mesmo fui de uma forma muito positiva impactado com esse fenômeno de cuidados com a alimentação e atividades físicas.


Porém, o ser humano ainda tem grande restrição aos cuidados emocionais. Sempre separa o corpo da mente, sendo que ambos formam o mesmo sistema. Fazer terapia ainda é visto como um ato de fraqueza ou mesmo de que a pessoa é louca. Esse tipo de preconceito só favorece ainda mais as doenças mentais e a dificuldade em acessar um tratamento adequado para o indivíduo, aumentado casos de suicídio e depressão profunda. Imagina postarmos uma SELFIE fazendo terapia da mesma forma que postamos na academia?


Com o COVID-19 e todas as mudanças que as pessoas foram obrigadas a fazer em suas rotinas, perceberam o quão frágeis estava sua saúde mental. Foram forçadas a olhar para dentro de si mesmo, e isso, muitas vezes pode ser assustador. Quando cuidamos da nossa mente, desenvolvemos um senso maior do EU verdadeiro, conhecendo nossas fraquezas e forças. Vamos evoluindo em busca de um equilíbrio emocional e do desenvolvimento holístico do nosso SER.


Hoje existem diversas linhas de terapia para auxiliar nessa busca, psicologia, coaching, hipnose, psicanalise e muitas outras. Só escolher e começar.


E o que falar desses tempos de COVID-19? Está sendo muito louco e assustador, percebemos que não temos o menor controle sobre fatores externos e que nossos planos podem dar errado. Mas sinceramente é um tempo de novos planos, novos pensamentos e talvez se você quiser uma nova versão de si mesmo apareça. Tenho visto pessoas abandonarem seus sonhos, seus planos e reclamando, é tempo difícil mesmo, mas quando tivemos tempos fáceis?


Quando desenvolvemos um senso de conhecimento passamos a enfrentar a situação real, nosso cérebro trabalha na busca de solução e o melhor caminho a seguir naquele momento. Automaticamente, conduzindo e adaptando-nos a essa nova realidade, e o melhor de tudo, sem muito esforço ou aborrecimento. Uma vez que nosso cérebro já acostumou a buscar outros caminhos tudo fica mais fácil. Já parou para perceber que fazemos as mesmas coisas repetidas vezes e nem percebemos, colocamos o relógio no pulso esquerdo, ou a carteira no bolso traseiro direito e mais diversos outros comportamentos habituais. Experimente mudar isso e perceba o incomodo nas primeiras horas da mudança que você escolheu. Mas perceba também que depois de certo tempo a nova maneira vai torna-se habitual para você.


O convite desse artigo é fazer você treinar seu cérebro para novos hábitos, novos pensamentos e o NOVO cenário que estamos vivendo. Ser forte ou rápido não é a questão. Mas sim conseguir adaptar-se mais rápido e sair mais forte.


Um abraço e até a próxima!



por Bruno Ferrari

  • Coach

  • Terapeuta

  • Palestrante

  • Programador neurolinguístico


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