Segurança em Condomínios

Atualizado: Set 3


Formado pela Academia Engefort, como Supervisor de Segurança, em conformidade com a legislação, Edvaldo Soares, atua na área de segurança desde 1.991 e apresenta informações importantes, em um momento em que a cidade vê surgirem novos condomínios verticais e horizontais.


Antigamente, a figura do bom porteiro era daquele senhor simpático e prestativo, mesmo que, de vez em quando, ele pudesse ser flagrado tirando um cochilo na portaria ou conversando com a vizinhança na calçada, o que era tolerável em outras épocas.


Em um tempo em que a sociedade se transformou de maneira radical, quando existem ameaças constantes à segurança, definitivamente este não é mais o perfil do profissional desejável para a portaria – seja para atender uma empresa, ou para um condomínio residencial.


Tomando o porteiro como aquele funcionário que está na linha de frente do edifício, ele deve ser capaz de perceber os primeiros sinais de riscos e de tomar as iniciativas para garantir a defesa do patrimônio e das pessoas que moram ali. Além disso, o porteiro também deve estar qualificado para interagir de maneira eficiente com as novas tecnologias, essenciais para a segurança.


Hoje, o porteiro recebe atribuições de extrema responsabilidade em relação à segurança. Por isso, da mesma forma que se deve ser treinado para seguir os padrões das funções que exerce rotineiramente – seja no controle de acesso de pessoas e de veículos ao edifício, seja na observação do perímetro e dos ambientes internos da edificação.


Caso não tenha treinamento adequado, é possível que ele haja de maneira errada, o que pode acarretar uma série de resultados desastrosos, colocando em risco a própria segurança das pessoas e do patrimônio. O porteiro deve compreender e aplicar as normas e condutas adequadas, conforme as normas internas a serem seguidas.


O treinamento em comunicação é algo fundamental na qualificação do porteiro: saber receber uma mensagem e transmiti-la de forma adequada é algo muito importante nas rotinas diárias de um porteiro.


O uso do telefone ou interfone, o conhecimento básico em informática, os rádios HTs, os sistemas de monitoramento por imagens – que incluem câmeras e gravadores, sistemas de alarmes... são, hoje, um requisito mínimo de um porteiro.


Na atualidade, aquele senhor simpático e prestativo que vimos no início da matéria, pode continuar tendo lugar no mercado, desde que também reúna outras características como a boa capacidade de comunicação verbal, de assimilar informações e de reagir a situações de risco, além da boa apresentação e da postura apropriada para a função.


Por outro lado, os condomínios sempre foram vistos como uma solução segura de moradia. No entanto, os assaltos a condomínios têm sido cada vez mais frequentes.

Quadrilhas especializadas aproveitam-se das falhas de segurança existentes e invadem os condomínios para realizar roubo. Apesar de tratar de uma modalidade mais arriscada, proporciona rendimentos mais elevados para os criminosos, que invadem diversas residências em um único empreendimento, arrecadando um volume muito maior de bens e valores numa única ação. Na maioria dos casos, os assaltantes a condomínios são frutos de brechas existentes nos sistemas de segurança. A Terceirização pode ser uma excelente opção para melhorar a segurança, no entanto se o processo não for bem feito o resultado pode ser o inverso.


Muitos gestores de condomínios, preocupados apenas em reduzir custos, contratam empresas despreparadas, que colocam em riscos os moradores e o patrimônio. É importante esclarecer que não basta somente instalar equipamentos; é necessário treinar a equipe para a eficiente utilização dos sistemas.


Assim, a segurança é muito mais do que um condomínio fortemente 'blindado' com recursos tecnológico. O mais eficiente sistema de segurança também deve levar em conta os 'recursos humanos'. Que trabalham no condomínio.


por Edvaldo Soares

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