370 anos  do Exército Brasileiro

100 anos do    tiro   de guerra de Itapetininga

Para marcar o centenário do TG de Itapetininga, o prof. Jefferson Biajone organizou o livro ‘Sentinela dos Campos de Itapetininga’, com o propósito de resgatar, retratar e difundir os antecedentes históricos do TG 02-076 que, a 7 de outubro de 2017 completou seu primeiro centenário de existência no cumprimento da elevada missão de proporcionar à juventude itapetiningana a prestação do Serviço Militar Inicial e, por meio deste, a formação cívica, patriótica e cidadã característica de todo aquele que se torna reservista do Exército Brasileiro.

O livro contém depoimentos e informações diversas colhidas de atiradores antigos e modernos, amigos do Tiro de Guerra e, sobretudo, de artigos publicados no jornal O Estado de São Paulo no período de 1905 a 1995 pertencentes à coleção do genealogista e historiador Afrânio Franco de Oliveira Mello.

É uma obra de grande importância histórica, tem produção 100% digital, apresentada à comunidade perante a presença dos excelentíssimos senhores General de Exército João Camilo Pires de Campos, então Comandante Militar do Sudeste, e do General de Divisão Adalmir Manoel Domingos, Comandante da 2º Região Militar, acompanhados de briosa comitiva.

O livro no formato de arquivo PDF foi disponibilizado tanto na rede mundial de computadores, quanto em placas de código QR CODE afixadas no Monumento ao Centenário do Tiro de Guerra de Itapetininga, em sua sala de instrução Pracinha Argemiro de Toledo Filho e no Museu do TG Pracinha Victório Nalesso.

 

370 anos

O ano de 2018 trouxe consigo o aniversário de 370 anos de fundação do Exército Brasileiro, na Batalha dos Guararapes, ocorrida a 19 de abril de 1648, o que ensejou a mim a oportunidade para a publicação de nova edição da obra, em mil exemplares impressos, revista e ampliada com os nomes dos integrantes da turma de atiradores de 2018, qual seja, ‘Turma Guararapes 370 Anos’.

“É de posse desta nova edição de Tiro de Guerra: a sentinela dos Campos de Itapetininga que celebro tão relevante data em nossa nacionalidade e história pátria brasileiras de forma a contribuir, em alguma medida, para a compreensão de que o Serviço Militar Inicial no Exército Brasileiro, por meio do Tiro de Guerra, está muito além do cumprimento de um dever cívico, porquanto enseja ao jovem atirador uma ímpar e profícua oportunidade de desenvolver e esmerar o seu (con)viver em sociedade”, afirmou prof. Jefferson Biajone.

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